Oito desenhos de António Ramos Rosa
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Oito desenhos
domingo, 18 de abril de 2010
reviravoltas
" Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando achar necessário. Alague o seu coração de esperanças, mas não se afunde nelas.
Se achar que precisa de voltar, volte.
Se achar que precisa de seguir, siga.
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-as.
Se perder um amor, não se perca.
Se o achar, segure-o! "
Fernando Pessoa
segunda-feira, 5 de abril de 2010
vidas
Ame mais. Beije muito. Chore com vontade. Dê generosamente. ERRE! Faça aquilo que mais teme. GRITE! Harmonize-se mais. Importe-se menos. Junte amigos. Lute pelo que acredita! Mude de opinião. Namore. Pense em novas possibilidades... Queira loucamente. Ria frequentemente. SONHE! Trabalhe com prazer. Use a imaginação. VIVA!
domingo, 4 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
tudo sobre as mulheres? talvez
Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogor eróticos, mas com sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, mas com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é bom fio condutor. Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas da cabeça, mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que para elas é um mistério é a jantarada de amigos - elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, há aindam mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco.
Crónica Rui Zink, Dia da mulher
domingo, 7 de março de 2010
até ao fim do mundo
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